DESAFIOS VIVIDOS POR TRABALHADORES DE SEXO

Comemorou-se ontem o dia internacional dos trabalhadores de sexo sob o lema: “não a violência contra os trabalhadores de sexo”

Esta data, lembra a discriminação dos trabalhadores de sexo, as suas condições precárias de vida, de trabalho e a sua exploração. Há dois (2) de junho de 1975 mais de 100 prostitutas ocuparam a igreja Saint-Nizier em Lyon afim de chamar atenção para a sua situação de desprezados e ignorados pelo estado e pela sociedade em geral, não tendo nenhumas condições ou segurança. Em tempo da COVID-19, onde tantos ficam sentidos pela classe médica e hospitalar pela enorme exposição ao risco, contrariamente disso, poucos até atrevo-me a dizer que só os próprios trabalhadores de sexo estão preocupados com as condições de trabalho ou de carência socio-econômica das prostitutas e prostitutos.

Em Moçambique, a classe dos trabalhadores de sexo encontra-se mais organizada que até um código de conduta existe. Desta feita o instrumento tem melhorado a relação desta classe com a Policia da República de Moçambique parceiros

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